
A demanda é pesada e custosa, mas podemos começar a perguntar o seguinte: "Qualquer pessoa, bem ou mal, é capaz de fazer o meu trabalho? Porque é que eu não digo o que realmente penso? Porque é que não expresso o que realmente sinto? A quem é que eu quero ser mesmo «útil»? Eu faço o que faço porque preciso ou porque dizem que é o melhor para mim?"
Bem, são boas perguntas e que provavelmente nos vão pôr a cabeça a dar uma volta de 360 graus e voltar ao príncipio em que, se calhar, nada deste texto tem interesse.
Mas o problema é este: à medida que se vai envelhecendo, vai-se compreendendo e aceitando, talvez como regra natural, a inutilidade das pequenas coisas que reduzimos à dimensão da nossa patética existência e o melhor a que se pode aspirar é a ser-se um bom servo inútil neste circo de vaidades.
2 comentários:
dude, este blog está cada vez melhor, grandes textos, sim senhor!
passa no nosso e vê o novo vídeo!
Abraços
Dude, já vi e até comentei no teu blog, só se puseste mais um video...
Abraço
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