No Barbeiro, enquanto o Sr. João me corta o cabelo, pergunto-lhe "então Sr. João, este ano quando é que vai meter férias?", ao qual ele responde "Férias? Para quê, se sou tão feliz a trabalhar?"...
Aprendam.
20.4.11
O verdadeiro amigo
Descobri recentemente uma maneira muito simples e eficaz de sabermos quem é o nosso verdadeiro amigo: é aquele que pára o carro para falar connosco e não aquele que apita, faz uma festa, acena e segue.
13.4.11
Perdições (um aforismo)
Um homem nunca aceita o seu amor perdido de volta: É a perdição dele. A mulher aceita sempre: É a perdição dela.
4.4.11
22.3.11
Primeiro
Quem veio primeiro: Amor ou Ódio? Não se pode odiar alguém sem se ter gostado dele/a um bocadinho que seja primeiro. Nem que seja por um microsegundo, é o amor que vem sempre primeiro e não o ódio. Nós somos o chão que outros pisam mas, deitados ao comprido, estamos sempre a olhar para o céu. E o céu também foi criado primeiro.
A Espada
"Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Porque eu vim pôr em dissensão o homem contra seu pai, a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e assim os inimigos do homem serão os da sua própria casa." Mateus 10:34-36
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espiritualidade,
religião
16.3.11
Bem cheínha!!
Toda a gente acha graça quando digo que gosto de mulheres gordinhas ou a tender para o cheínho. Calma. Gosto, desde que sejam bonitas. Gosto de mulheres gordinhas como gosto de copo cheio, prato cheio e carteira recheada. Gosto de mulheres gordinhas como gosto de picanha - e ninguém come picanha todos os dias.
Fugir!
10.3.11
Feias e Bonitas são todas!
"My dear young lady, there was a great deal of truth, i dare say, in what you said, and you looked very pretty while you said it, which is much more important."
Oscar Wilde in A Woman of No Importance

Porque é que as mulheres feias falam sempre tanto? Porque é que uma mulher bonita, por norma, é sempre mais calada do que uma feia? Há algo de errado com uma mulher linda que fale muito. Passa por parva ou burrinha (uma loira bonita e burra é, de facto, patética mas não deixa de ser bonita) e são mal vistas pelas feias, pois estão a esbanjar um dos principais truques de sedução usados por estas: falarem pelos cotovelos. Por outro lado, não conheço uma mulher, feliz detentora duma carranca menos inestética, que não esteja sempre a despejar uma verborreia insuportável sobre o transeunte mais incauto. Seja amigo, namorado ou companheiro, seja no shopping, no cinema ou num jantar tranquilo à beira-mar, não há gajo que não tenha já levado com um megafone destes pelo menos uma vez na vida. "Quanto mais feias, mais insuportáveis". Este slogan, em si, já é duro de ouvir.
Antigamente uma mulher menos atraente ou tinha um bom dote (ou decote) ou remetia-se ao silêncio enclausurado duma vida casta. Ou até duma vida «fácil». Hoje em dia, limitam-se a fazer pouco mais que o buço, usar fio dental numas nádegas mal alinhadas e, claro está, falar, falar, falar. Uma mulher bonita não precisa de dizer nada, de facto, e tudo o que diz é dito com graça, numa fala rica e fluente em ditos espirituosos, e ficamos ali a olhar para ela, para os contornos bonitos do seu rosto angélico, durante horas e horas, numa espécie de meditação contemplativa.
Nos filmes, as mulheres bonitinhas são sempre parvinhas e soltam risinhos no fim de cada frase, escondendo a face debaixo dum leque (se calhar para esconder os dentes podres). Mas a uma mulher linda de morrer, basta-lhe o silêncio e usar a sua beleza como um ás de trunfo no jogo amoroso - não perde nunca. E se para além de bonita for boazona, consegue os melhores empregos (ou se for só boazona e tiver uma sabedoria digna de uma pornstar). Uma mulher feia tem de usar outros truques e, no pior dos casos, não tendo seios volumosos, rabiosque perfeito ou ancas curvilíneas, tem que dar uso à lingua. E se fosse só para aquilo, já estavamos com sorte. Mas não: é só para falar. Ela fala, nós ouvimos. E nós, que queriamos usar outras partes do corpo naquele encontro, somos obrigados a usar o única e exclusivamente os ouvidos. Há truques que falham sempre, como o de pôr o rádio do carro mais alto o que não adianta nada: as feias têm as goelas em permanente sensurround 5.1; ou a velha técnica de ir ao cinema com elas para as calar durante 2 horas também não dá, porque o facto de não terem mais nenhum atributo físico obrigaria a ter que ver somente o filme, o que é inaceitável em qualquer encontro que se preze. E o facto de algumas feias terem até mais atributos físicos que as bonitas também não lhes adianta de nada - toda a gente diz: "Até é boazona, mas é feia!"
A feia não tem culpa de ser feia e a bonita não tem culpa de ser bonita.
Nem as altas nem as baixas. Já as gordas... As gordas não falam tanto e estão quase sempre bem dispostas, as feias falam pelos cotovelos e estão sempre mal dispostas. As gordas evitam falar muito porque não querem chamar muita atenção sobre si mesmas. As feias evitam estar caladas pelo mesmo motivo. Um mecanismo de compensação, insegurança, uma estratégia de defesa? Seguramente. Gordas e bonitas serão sempre preferíveis a gordas e feias. As últimas fazem sucesso em variados sites porno e as primeiras são ainda hoje bastante apreciadas em certos circuitos clandestinos masculinos, onde ainda se leva à letra aquela ladaínha antiga de que «gordura é formusura».
Como a beleza é relativa, há um truque que uso para distinguir uma bonita duma feia e a fórmula tem resultado sempre: As feias estão sempre a falar (mal) do «ex» delas. Uma mulher bonita magoada com um «ex» fica ainda mais bonita. Ficamos imediatamente com pena dela e queremos «consola-la». Uma feia zangada e raivosa a espumar dos beiços fica ainda mais feia e dizemos «ó, é feia»... Mas se for boa como o milho, aplicamos a mesma directiva. Se a cavalo dado não se olha o dente, a mulher fácil não se olha à embalagem. Se é à borla, siga a marinha.
No entanto, reparem: Feia e boazona nunca será melhor que bonita, ou só bonita sem mais nada. Estamos a falar só em termos estéticos. Qual delas nos fará mais feliz é outro tema de conversa.
Então e os homens?
No caso dos homens é diferente e mais simples: como diz o sábio povo «um homem rico não é feio», e ficamo-nos por aqui. As mulheres dizem-me que não gostam de homens calados, que não se interessam, que não fazem perguntas mas, lá está, gostam de um homem que as «ouçam». Ora, para ouvi-las, temos que estar calados. E se estamos calados é porque não falamos muito e se falamos muito já não as ouvimos e para as ouvirmos temos de estar calados...e por aí fora ad nauseaum. É um circulo vicioso, eu sei. Mas aprendam uma coisa ao menos: Um homem que fale muito é só para vos levar para a cama - e nesse caso, não importa muito que sejam feias. Duas vodkas resolvem o assunto.
Oscar Wilde in A Woman of No Importance

Porque é que as mulheres feias falam sempre tanto? Porque é que uma mulher bonita, por norma, é sempre mais calada do que uma feia? Há algo de errado com uma mulher linda que fale muito. Passa por parva ou burrinha (uma loira bonita e burra é, de facto, patética mas não deixa de ser bonita) e são mal vistas pelas feias, pois estão a esbanjar um dos principais truques de sedução usados por estas: falarem pelos cotovelos. Por outro lado, não conheço uma mulher, feliz detentora duma carranca menos inestética, que não esteja sempre a despejar uma verborreia insuportável sobre o transeunte mais incauto. Seja amigo, namorado ou companheiro, seja no shopping, no cinema ou num jantar tranquilo à beira-mar, não há gajo que não tenha já levado com um megafone destes pelo menos uma vez na vida. "Quanto mais feias, mais insuportáveis". Este slogan, em si, já é duro de ouvir.Antigamente uma mulher menos atraente ou tinha um bom dote (ou decote) ou remetia-se ao silêncio enclausurado duma vida casta. Ou até duma vida «fácil». Hoje em dia, limitam-se a fazer pouco mais que o buço, usar fio dental numas nádegas mal alinhadas e, claro está, falar, falar, falar. Uma mulher bonita não precisa de dizer nada, de facto, e tudo o que diz é dito com graça, numa fala rica e fluente em ditos espirituosos, e ficamos ali a olhar para ela, para os contornos bonitos do seu rosto angélico, durante horas e horas, numa espécie de meditação contemplativa.
Nos filmes, as mulheres bonitinhas são sempre parvinhas e soltam risinhos no fim de cada frase, escondendo a face debaixo dum leque (se calhar para esconder os dentes podres). Mas a uma mulher linda de morrer, basta-lhe o silêncio e usar a sua beleza como um ás de trunfo no jogo amoroso - não perde nunca. E se para além de bonita for boazona, consegue os melhores empregos (ou se for só boazona e tiver uma sabedoria digna de uma pornstar). Uma mulher feia tem de usar outros truques e, no pior dos casos, não tendo seios volumosos, rabiosque perfeito ou ancas curvilíneas, tem que dar uso à lingua. E se fosse só para aquilo, já estavamos com sorte. Mas não: é só para falar. Ela fala, nós ouvimos. E nós, que queriamos usar outras partes do corpo naquele encontro, somos obrigados a usar o única e exclusivamente os ouvidos. Há truques que falham sempre, como o de pôr o rádio do carro mais alto o que não adianta nada: as feias têm as goelas em permanente sensurround 5.1; ou a velha técnica de ir ao cinema com elas para as calar durante 2 horas também não dá, porque o facto de não terem mais nenhum atributo físico obrigaria a ter que ver somente o filme, o que é inaceitável em qualquer encontro que se preze. E o facto de algumas feias terem até mais atributos físicos que as bonitas também não lhes adianta de nada - toda a gente diz: "Até é boazona, mas é feia!"
A feia não tem culpa de ser feia e a bonita não tem culpa de ser bonita.
Nem as altas nem as baixas. Já as gordas... As gordas não falam tanto e estão quase sempre bem dispostas, as feias falam pelos cotovelos e estão sempre mal dispostas. As gordas evitam falar muito porque não querem chamar muita atenção sobre si mesmas. As feias evitam estar caladas pelo mesmo motivo. Um mecanismo de compensação, insegurança, uma estratégia de defesa? Seguramente. Gordas e bonitas serão sempre preferíveis a gordas e feias. As últimas fazem sucesso em variados sites porno e as primeiras são ainda hoje bastante apreciadas em certos circuitos clandestinos masculinos, onde ainda se leva à letra aquela ladaínha antiga de que «gordura é formusura».
Como a beleza é relativa, há um truque que uso para distinguir uma bonita duma feia e a fórmula tem resultado sempre: As feias estão sempre a falar (mal) do «ex» delas. Uma mulher bonita magoada com um «ex» fica ainda mais bonita. Ficamos imediatamente com pena dela e queremos «consola-la». Uma feia zangada e raivosa a espumar dos beiços fica ainda mais feia e dizemos «ó, é feia»... Mas se for boa como o milho, aplicamos a mesma directiva. Se a cavalo dado não se olha o dente, a mulher fácil não se olha à embalagem. Se é à borla, siga a marinha.
No entanto, reparem: Feia e boazona nunca será melhor que bonita, ou só bonita sem mais nada. Estamos a falar só em termos estéticos. Qual delas nos fará mais feliz é outro tema de conversa.
Então e os homens?
No caso dos homens é diferente e mais simples: como diz o sábio povo «um homem rico não é feio», e ficamo-nos por aqui. As mulheres dizem-me que não gostam de homens calados, que não se interessam, que não fazem perguntas mas, lá está, gostam de um homem que as «ouçam». Ora, para ouvi-las, temos que estar calados. E se estamos calados é porque não falamos muito e se falamos muito já não as ouvimos e para as ouvirmos temos de estar calados...e por aí fora ad nauseaum. É um circulo vicioso, eu sei. Mas aprendam uma coisa ao menos: Um homem que fale muito é só para vos levar para a cama - e nesse caso, não importa muito que sejam feias. Duas vodkas resolvem o assunto.
8.3.11
Amigos!
Diana, Sandra Ramalho, Sandra "Mitcha" Isabel, Carla, Mara, Leonel e Nelson. Verão de 2010 em Miramar. Ex-colegas de turma, poucos, mas bons. Sobretudo bons amigos.


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Verão
Estamos de volta!
5 anos depois, ou coisa parecida, estamos de volta. Muitas coisas se passaram, outras continuam na mesma; uns morreram e outros ficaram assim como nós. O resto não interessa - estamos de volta.
30.12.06
Ultimo Post 2 - Ó Fogo!, Agora que eu estava a gostar e já acabou...
Tenho recebido imensos e-mails - pronto, vá lá, 2 ou 3 e-mails, mais uma cartita dum aborígene que recebi por pombo-correio, ao estilo harrypotteriano, e 3 sinais de fumo de dois eremitas que vivem numa toca de urso abandonada, pelos vistos completamente apetrechada com Net Wireless - a perguntar, precisa e malcheirosamente, assim do pé para a mão - "mas que merda é que te deu, ó meu estafermo do cara****, para acabares com o blog?" Fiquei espantado. Nunca pensei que este misero estaminé tivesse mais do que 3 ou 4 clientes. E pelos vistos, pelas minhas contas, teve.... 5!!!! Já não foi mau.
Mas tudo tem um fim, e o fim deste blog foi trágico e teve as suas repercussões: o computador ressentiu-se com a gradual diminuição de posts, o rato deprimiu-se e passou todo o dia a prozac, o monitor amuou e já não me olhava de frente: tive que fazer uma ginástica dos diabos para escrever este post e andar com a cadeira à volta da secretária, fazendo círculos de 360º para tentar ler o que escrevia.
Escrever num blog é como namorar: Às vezes apetece muito, outras não apetece nada, umas vezes dói a cabeça, outras está-se muito cansado. Enfim.
Os blogs são como os namoros - não é preciso nenhuma tragédia para acabar um blog ou um namorico - basta uma birra, fazer beicinho, cruzar os bracinhos e amuar.
A melhor maneira de acabar um blog, qualquer que seja ele, é enquanto ele está em grande (este nunca teve) e nunca quando já está em decadência. Não é por o blog ser bom ou ser mau, ser lido ou não - é pela maravilhosa capacidade, e liberdade, de podermos dizer "para mim chega; já está bom assim; não é preciso mais; não quero mais; a conta, por favor!"
E já agora, mais uma vez, obrigado a todos os que por cá passaram.
Nelson Mendes
Mas tudo tem um fim, e o fim deste blog foi trágico e teve as suas repercussões: o computador ressentiu-se com a gradual diminuição de posts, o rato deprimiu-se e passou todo o dia a prozac, o monitor amuou e já não me olhava de frente: tive que fazer uma ginástica dos diabos para escrever este post e andar com a cadeira à volta da secretária, fazendo círculos de 360º para tentar ler o que escrevia.
Escrever num blog é como namorar: Às vezes apetece muito, outras não apetece nada, umas vezes dói a cabeça, outras está-se muito cansado. Enfim.
Os blogs são como os namoros - não é preciso nenhuma tragédia para acabar um blog ou um namorico - basta uma birra, fazer beicinho, cruzar os bracinhos e amuar.
A melhor maneira de acabar um blog, qualquer que seja ele, é enquanto ele está em grande (este nunca teve) e nunca quando já está em decadência. Não é por o blog ser bom ou ser mau, ser lido ou não - é pela maravilhosa capacidade, e liberdade, de podermos dizer "para mim chega; já está bom assim; não é preciso mais; não quero mais; a conta, por favor!"
E já agora, mais uma vez, obrigado a todos os que por cá passaram.
Nelson Mendes
25.12.06
Último Post!
Então pessoal? Mais um ano que acaba, não é? Que tal vos correu? O meu até correu bem, mas qualquer um, misérias à parte, com o bandulho cheio de bacalhau bem regado de tintol, rabanadas e bolo-rei, era incapaz de dizer o contrário.
Este é o último post deste blog.
Quería desejar a todo o pessoal que acompanhou este estaminé muito sucesso e felicidades.
PS - 2006: Balanço final: Muitos morreram, outros ficaram assim.
Este é o último post deste blog.
Quería desejar a todo o pessoal que acompanhou este estaminé muito sucesso e felicidades.
Nelson Vítor Mendes.
PS - 2006: Balanço final: Muitos morreram, outros ficaram assim.
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